22
Jun 09

tu fechas,

eu abro!

abro?

em vão tento abrir as portas que fechaste.

empurro, não abre.

a chave não serve!

bato, não abres!

não há frestas,

nem pequenos golpes de luz,

sendo dia!

lá fora...

o sol brilha

e eu encostado à tua porta, fechada!

uma parede fria,

vazia!

uma janela trancada,

calada!

passa a noite,

passa o dia

e aquela porta sombria,

nunca mais se alumia.

passa outra noite,

mais outra

e aquela porta tamanha´,

cresceu para ser uma estranha.

passa um ano,

passa a vida

e aquela porta fechada,

de porta não tinha nada.

era parede...

eu não via!

 

Pachecokbk às 05:02

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